Não consegue visualizar nosso e-mail? Veja a versão online. |
||||
|---|---|---|---|---|
![]() |
||||
Olá |
||||
Entrevista Operações offshore e captive centers em alta Flávio Grynszpan, idealizador do Programa Brasil Outsourcing, conta nessa entrevista exclusiva como se posicionam as empresas brasileiras prestadoras de serviços de TI diante de novos modelos de negócios. O executivo indica as parcerias como um caminho a seguir para enfrentar a concorrência global do setor. Ci&T Webnews - Quais as tendências do mercado de global sourcing? FG - Alguns estudos mostram duas tendências em termos de modelos de negócios que estão cada vez mais presentes: operações offshore e captives centers. A primeira tem como base múltiplos centros de serviço espalhados pelo mundo trabalhando para uma empresa fornecedora de soluções de TI ou até mesmo diretamente para um cliente final. Já a segunda tendência mostra a preferência por captive centers no fornecimento de serviços para as principais corporações multinacionais. Ci&T Webnews - Quais as vantagens dos captive centers? FG - Sob a responsabilidade da subsidiária local de uma empresa global, os captive centers são centros de competência que se localizam em determinado país, suprindo toda a corporação ou parte dela com serviços de TI. A subsidiária local, para oferecer esses serviços, conta com a parceria de empresas contratadas localmente. Isso quer dizer ter a disposição várias empresas de TI, que colaboram trazendo sua expertise em áreas específicas. Ci&T Webnews - E como se coloca o Brasil nesse mercado de TI? FG - Existem grandes oportunidades para o Brasil nos segmentos de finanças e da integração entre tecnologia da informação e negócios, pois nesses setores demonstramos ter muito a oferecer e especial competência. Outro ponto positivo para o Brasil é o “near shore”, a necessidade de um contato constante com o fornecedor de serviços de TI. Em mercados como o dos EUA, por exemplo, a localização em países com grande diferença de fuso horário é uma grande desvantagem. Já no caso brasileiro, o fuso é muito favorável. Ci&T Webnews – A nossa criatividade e a maneira como o brasileiro consegue contornar problemas são reconhecidas no exterior? FG - O Brasil, como qualquer outro país, tem de concorrer acrescentando alguma coisa que o diferencie. Como, por exemplo, criatividade. Sabemos que criatividade é quase intangível, é uma percepção. Não são coisas necessariamente quantitativas. Vai ter que se formar um ambiente próprio para que o cliente entenda que está contratando alguém que é criativo. Pode ser preciso uma estratégia de marketing forte ou, simplesmente, aproveitar nossa reputação internacional, mostrando ao mundo que somos criativos em tudo – e, necessariamente, também em TI. Ci&T Webnews - Qual será o tamanho do mercado brasileiro de TI daqui a alguns anos? FG - Existe uma meta proposta por entidades do setor que prevê 5 bilhões de dólares em exportação de software para 2010. Essa meta leva em conta a capacidade que temos de produzir ótimas soluções de TI, seja com as empresas brasileiras que com filiais de empresas globais instaladas aqui. Cerca de 50% desse mercado é intra-company. É a Rhodia que vende pra Rhodia, é a Phillips que vende para a Phillips, é a Johnson & Johnson que vende para a Johnson & Johnson. Nós temos uma ótima capacidade para conquistar parceiros. E eu sou tremendamente a favor dessas parcerias. |
||||
CMMI 5 and beyond!
|
||||
Acontece • Gartner: Muito além do multisourcingPatrocinada pela Ci&T, a IV Conferência Anual sobre Outsourcing do Gartner, dias 20 e 21 de junho, em São Paulo, trará uma novidade. Além de tratar do cenário do mercado de Outsourcing de TI e de como dominar e obter os melhores resultados com o “multisourcing”, o Gartner incorporou novas sessões sobre “Gestão de Serviços e Ativos de TI”, onde serão analisadas as tendências atuais e perspectivas futuras. Será uma oportunidade para os executivos e profissionais de tecnologia da informação conhecerem as melhores práticas e descobrir como melhorar o retorno sobre o investimento e o retorno sobre os Ativos de TI existentes nas empresas. A aposta em tecnologias de reuso de software e gestão dos ativos de TI e a busca de maiores fatias no mercado global de outsourcing vêm sendo o mote de empresas como a Ci&T. Com uma estrutura global de prestação de serviços que inclui 6 unidades no Brasil, uma subsidiária nos EUA e um escritório na Europa, as exportações da empresa, só no ano passado, cresceram 250%. E o mercado norte-americano já representa 20% do negócio - em poucos anos, estimam os executivos da Ci&T, chegará a 50%. Os convidados da Ci&T têm um desconto de 5% na inscrição para o evento, além do crachá de participante VIP. Maiores informações com CMF Eventos e Congressos: 11 3079 6724. |
||||
• Parceria “gold” com a MicrosoftJá certificada Microsoft Gold Certified Partner em 2005 e 2006, a Ci&T repete a dose em 2007. Este ano, a empresa teve as seguintes competências premiadas: Networking Infrastructure Solutions, ISV/Software Solutions (especialização em Mobility Solutions) e Data Management Solutions Competencies (especialização em Data Base Management). O comprometimento com o avanço tecnológico, com os principais players e a renovação do nível Gold é mais uma prova do esforço da Ci&T para oferecer o melhor para seus clientes. Aliás, são esses mesmos clientes que servem de referência para análise e aprovação das qualificações da Ci&T. Entre outros, foi analisado o case da MetLife que automatiza e aprimora a emissão de seguros de vida da unidade brasileira da multinacional. |
||||
• TI e criatividade Ci&T contrata diretor de criação e exporta Web 2.0 Formado pela USP em Publicidade e Propaganda, Gustavo Borrmann, novo diretor de criação da Ci&T, passou por empresas como Datamidia (grupo FCBi) e WBM – parceira da MRM (de Nova Iorque), desenvolvendo projetos para contas globais como ABN Amro, GM, Microsoft e Multibras. O executivo agora encara um novo desafio: “Vivemos a era da colaboração digital em massa. A inovação da Ci&T é mixar tecnologia de ponta com design e criatividade, oferecendo aos nossos clientes uma solução completa de mídia digital”. Nos últimos anos, a Ci&T vem se destacando no mercado nacional e internacional em projetos no segmento de mídia, sendo pioneira na utilização dos conceitos e da tecnologia Web 2.0 . Segundo Borrmann, “no ritmo atual, em breve teremos o maior departamento de criação digital do país, com mais de uma centena de designers especializados em Web 2.0”. De olho no dinamismo do mercado, o diretor de criação da Ci&T identifica uma nova geração de consumidores. “Eles são geograficamente dispersos, mas absolutamente conectados através de blogs, wikis, podcasts, videocasts e outras ferramentas de colaboração digital. Essa geração dita o futuro das marcas e nenhuma empresa pode se dar ao luxo de ignorá-la”, destaca Borrmann. É essa tendência de migração de investimentos de marketing para mídias digitais que gerou a oportunidade de unir tecnologia e criação, numa oferta única, muito atrativa no mercado internacional. O sucesso da exportação desse tipo de serviço ampliou a atuação da Ci&T. “Agora estamos atendendo não apenas os CIOs de nossos clientes, mas também trabalhando com suas áreas de marketing e suas agências de propaganda”, explica Borrmann. O executivo acredita que é possível vender a competência brasileira em design e criação no exterior, pois o país é reconhecido mundialmente nessa área, inclusive com vários prêmios em Cannes. |
||||
• Pensando em outsourcing... Fernando Birman, CRM mundial para a divisão de poliamida e coordenador de TI para América Latina: "Os resultados, a competência e a capacidade. Isso é o diferencial. Não dá para competir só com custo. Nem só apostar no jeito de ser dos nossos profissionais. Temos que lembrar que os profissionais de outros países também têm qualidades. Eu acho que, no fundo, o que é determinante é o aspecto técnico. Competência técnica é mais forte do que um fator comportamental". Alexandre Scaglia, editor da IDG e Computer World: “O que temos ouvido nas últimas reportagens da Computerworld é que o Brasil precisa buscar espaço na oferta de serviços e produtos mais complexos que a simples hora/homem. No entanto, por mais que a excelência dos profissionais brasileiros seja reconhecida mundialmente, ainda há obstáculos a serem vencidos, notadamente a falta de pessoal e uma formação melhor. Creio que a oportunidade existe, a vontade de atendê-la também. Falta uma política pública efetiva que ajude as empresas a competir.” César Gon, CEO da Ci&T: “São várias as barreiras e os diferenciais competitivos, entre mitos e fatos, que acompanham o Brasil no seu caminho para se tornar um player no mercado de offshoring e outsourcing. Um dos maiores desafios para uma empresa brasileira conquistar clientes no Brasil ou no exterior é provar, efetivamente, que além de custo competitivo e entrega no prazo comprometido, agrega valor ao serviço através da qualidade superior de sua solução em relação à oferta dos concorrentes.” |
||||
Se não quiser mais receber esse webnews, clique aqui. |
|---|
By Valence imagem corporativa |