Pessoal,
O César nos propôs o desafio de filmar o “i” da Ci&T mergulhando. Isso faz parte de uma idéia de mostrar o “i” em várias cenas corriqueiras.
Eu vou mergulhar em outubro e devo levar o “i” comigo, alguém mais de candidata ?
[]’s
Pessoal,
O César nos propôs o desafio de filmar o “i” da Ci&T mergulhando. Isso faz parte de uma idéia de mostrar o “i” em várias cenas corriqueiras.
Eu vou mergulhar em outubro e devo levar o “i” comigo, alguém mais de candidata ?
[]’s
Comecei minha sessao de mergulhos internacionais. Ainda timidos mas para sondar o ambiente.
Estive dois finais de semana em Dutch Springs. Sim, por aqui tambem temos ”a Pedreira”. A diferenca para Sorocaba e’ que aqui eles cobram entrada, tem carrinho de cachorro-quente, parque-tematico e ambulancia de prontidao.
O objetivo do mergulho era testar meu lastro integrado na asa, dado que agora estou usando um backplate de aluminio (e nao mais de aco como era no Brasil), estou mergulhando com cilindros de aco (e nao os S80 de aluminio do Brasil) e aqui eles vendem lastro em Pounds. Ai’ bagunca tudo
Lastro testado (6 pounds integrados no backplate ja’ resolveram), hora de explorar as redondezas.
Visibilidade e’ boa (para uma pedreira). Cerca de 15 metros. Exceto nos lugares de treinamento OpenWater.
Primeira decisao apos o primeiro mergulho. Preciso de Luvas. Urgente. Percebi que azul e’ uma cor que se ve debaixo d’agua. Nas maos. Luvas devidamente compradas para o segundo final de semana de mergulho. A vantagem e’ que a temperatura e’ estavel quase o ano todo. Entre 15C e 19C.
O local contem varias ‘atracoes’. Barcos naufragados, onibus escolar, um Cessna, um Helicoptero de guerra suspenso a meia-agua, guindaste, etc. Pouca vida.
Resumo: um bom lugar para testar equipamentos e conhecer mergulhadores.
Proximo desafio: sair para um mergulho na costa de NJ.
Logo que comecei a mergulhar, como acontece com a maioria das pessoas, só investi nos equipamentos básicos: máscara, nadadeiras e snorkel. Minha frequência de mergulho é de 4 ou 5 mergulhos a cada 1 ou 2 meses e nos meus primeiros 20 mergulhos eu aluguei todos os equipamentos, só comecei a investir mais fortemente na compra de equipamentos quando percebi que o mergulho era uma coisa que eu levaria a sério e uma prática que faria com certa frequência.
Meu primeiro investimento foi em uma roupa húmida. Tomei essa decisão depois de passar 4 dias em Arraial do Cabo utilizando uma roupa alugada que todo dia ia para a sacola de roupas e se misturava com as outras roupas alugadas, no terceiro dia o cheiro estava insuportável e devo dizer que a decisão de investir na roupa foi mais uma questão higiênica do que uma decisão relacionada diretamente ao mergulho. Mudar de roupa é a mudança mais drástica que o mergulhador pode fazer em seu equipamento, imagine então fazer essa mudança a cada mergulho, adaptando-se novamente a cada vez que se aluga uma nova roupa.
Já de roupa nova, testada na Lagoa dos Ingleses em Belo Horizonte, adaptado à flutubalidade do novo equipamente fui para o mar, em Ilha Bela. Julho, frio fora d’água e dentro, média de 17°C. Maravilha, estreiando minha roupa, duas peças, protegido do frio caí na água. Já na descida problemas com o regulador alugado, parecia que eu estava respirando em uma bomba de bicicleta. Foi um dos mergulhos mais desconfortáveis que já fiz, subi para a superfície com uma dor de cabeça insuportável, resultado da respiração pesada.
Depois deste mergulho resolvi investir em um regulador, que acabei comprando de segunda mão de um amigo de extrema confiança. Neste caso não investi em um regulador top de linha e nem mesmo top de custo. Investi num regulador bom, que muitos mergulhadores utilizam, com um custo bastante justo, mas agora com o conforto de sempre utilizar um equipamento que conheço, que estou adaptado e que eu mesmo garanto que está sempre revisado e em boas condições de uso.
Percebi a importância de ter meu próprio equipamento. O fato de conhecer meu equipamento e estar completamente adaptado a ele, além de trazer uma segurança muito maior à atividade, também me deu um conforto superior ao que eu estava acostumado. Perceber também qual é o meu propósito com o mergulho influenciou bastante na escolha do equipamento pois existem várias linhas de produtos e nem sempre é necessário investir nos “top” de linha. Percebi que ter meu próprio equipamento é mais importante do que necessariamente ter os equipamentos mais caros e não estou falando de ter equipamentos ruins, apenas equipamentos que atendam ao meu propósito.
Equipamento de mergulho não é um ítem barato, principalmente no Brasil, mas segurança e conforto são questões fundamentais para garantir a satisfação com a atividade e, além disso, mergulhar também não é barato. Perder uma saída por problemas no equipamento é uma decepção.
Finalmente, no último feriado de 09/07, conheci a Laje de Santos e comprovei que é um ponto de mergulho tão bom quanto eu sempre ouvi falar.
Também sempre ouvi dizer que era um mergulho difícil, que exigia bastante experiência e realmente é um mergulho que exige um pouco mais, principalmente pela navegação longa, cerca de 1:30h até chegar à laje. Fora isso, nada de mais.
O mergulho em si é maravilhoso, excelente visibilidade e a água não é fria, neste dia a média foi de 21ºC. A vida é abundante, neste dia avistamos vários peixes de recife, tartarugas e até pinguins que estavam migrando da Patagônia.
Fizemos o primeiro mergulho com a costeira pelo lado esquerdo na ida, até quase chegarmos às piscinas, cerca de 45 minutos de fundo. O segundo, fizemos no sentido contrário, com a costeira à direita, chegando quase até à “Boca da Baleia” e na volta passando pelo naufrágio Moreinha, cerca de 48 minutos de fundo. Os mergulhos se mantiveram na faixa de 19 a 15 metros.
Na próxima oportunidade, volto com certeza.
Algumas fotos, no site da Captain Dive.
Talvez este assunto não esteja diretamente relacionado ao mergulho mas está diretamente ligado à fotografia e conseqüentemente à fotografia submarina.
O objetivo deste post é tentar explicar de maneira leiga as 3 réguas utilizadas para garantir a correta exposição de uma fotografia: abertura do diafragma, velocidade do obturador e sensibilidade do filme ou sensor digital.
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