Blog Público

Arquivo de julho de 2007

Iniciativas corporativas de Web 2.0

Publicado quinta-feira, 19 de julho de 2007 às 19:10 por brsa.

Por Vinicius Cherobino, Computer World
19/07/07

Como a revolução chamada de Web 2.0 está sendo adaptada nas empresas brasileiras. E, mais, como isso está sendo feito para gerar valor para os funcionários

Colaboração, conectividade, socialização, transparência, construção coletiva do conhecimento. Todos esses conceitos, que representam algumas das bases da Web 2.0, estão passando por mais um teste: o processo de adaptação para o ambiente corporativo. A realidade que as empresas enfrentam, hoje, é aplicar essas idéias de maneira palatável, aproveitando o conhecimento que os funcionários já têm dessa revolução por utilizarem em suas vidas cotidianas, mas sem passar por problemas como falta de controle ou de exposição de informações críticas. (…)

http://computerworld.uol.com.br/especiais/2007/07/19/idgnoticia.2007-07-18.0962316543/

MetLife e Ci&T recebem Prêmio E-Finance

Publicado quinta-feira, 19 de julho de 2007 às 19:05 por brsa.

Veiculo: Portal Nacional de Seguros e Saúde

A MetLife recebeu o Prêmio E-Finance 2007 concedido pela Editora Executivos Financeiros.

A premiação tem como objetivo reconhecer as melhores práticas e soluções tecnológicas que atendem às áreas de negócios do mundo financeiro. Anualmente uma comissão analisa 300 cases inscritos e, destes, seleciona 30 vencedores.

A MetLife do Brasil conquistou a premiação graças à bem-sucedida utilização do sistema Morpheus, desenvolvido pela Ci&T, consultoria especializada em desenvolvimento e outsourcing de aplicações. Esta plataforma de negócios visa automatizar e aprimorar o sistema de emissão de seguros de vida em todo o País. O programa reduz para 24 horas o tempo de aprovação de propostas de seguro de vida individual da companhia, por meio da implantação de um fluxo operacional que abrange novos aplicativos, controles e regras de negócios.

A meta da MetLife é criar uma infra-estrutura cada vez mais sólida de processos, capaz de sustentar um forte crescimento a curto prazo e garantir maior produtividade e aprimoramento no controle dos dados.

“Revisamos o fluxo operacional da seguradora, que passou a ter uma base de propostas on-line, eliminando o processo manual, garantindo velocidade e confiabilidade no atendimento aos clientes”, diz Fátima Primati, diretora de TI da MetLife.

Projeto Descobrindo Talentos em TI recebe mais de 300 inscrições

Publicado quinta-feira, 19 de julho de 2007 às 18:57 por brsa.

Veículo: Convergência Digital e IT Careers
Data: 16/07/2007

O projeto Descobrindo Talentos em TI, desenvolvido pelo Núcleo Softex Campinas em parceria com empresas associadas, registrou aumento de 400% na busca por vagas para qualificação profissional,recebendo mais de 300 inscrições para a segunda edição do programa. A iniciativa revela uma reação frente ao último Índice Brasil para Convergência Digital, que apontou a educação em TI como o maior desafio para a tecnologia: o país cresceu somente 5% nesta área no ano de 2006, tendo como principal motivo a escassez de profissionais especializados em Tecnologia da Informação.

A segunda edição do projeto, que abriu 40 vagas, encerrou o período de inscrições no final de junho e recebeu candidatos de diversos estados do País. O número de jovens em busca de qualificação aumentou cinco vezes em relação à primeira edição do programa, que recebeu 60 inscritos para 20 vagas disponíveis.

Para a responsável pelo projeto no Softex Campinas Adenilza de Moraes, o alto número de inscrições surpreendeu. “A grande procura pelo programa nos mostra que o trabalho está sendo reconhecido e que temos tudo para crescer”.

O Descobrindo Talentos em TI conta com a parceria das empresas associadas Programmer’s, Dextra, Ícaro, MATERA, Ci&T e Softway, onde os estudantes passarão por estágio remunerado: “Acreditamos muito na vocação tecnológica do País, por isso estamos empenhados em promover o desenvolvimento destes jovens para a realidade do mercado de trabalho”, assegura o CEO da Programmer’s Luis Mario Fernandes.

Descobrindo Talentos em TI

Durante o projeto, os participantes desenvolvem tecnologias de ponta como Java, .NET, SQL e Oracle, além de metodologias, programação orientada a objetos, sistemas operacionais e redes também fazem parte do programa.

A primeira turma do Descobrindo Talentos em TI iniciou as atividades teóricas em fevereiro de 2007 e em agosto iniciarão o estágio remunerado nas empresas parceiras. No mesmo mês, começam as aulas teóricas da segunda turma e os estágios em janeiro do próximo ano.

COMPUTERWORLD premia 100 maiores empresas de serviços corporativos

Publicado quinta-feira, 19 de julho de 2007 às 18:37 por brsa.

Computer World
12/07/07

O objetivo? Disputar com fornecedores de centros emergentes ou há muito estabelecidos, como Índia, China, Rússia e outros países do leste europeu, com igual nível de competitividade, o fantástico bolo de negócios de terceirização offshore, estimado em 2006 em 75 bilhões de dólares.

Os números apresentados pelos provedores brasileiros impressionam, conforme mostra o estudo 100 Maiores Serviços Corporativos 2007, realizado pelo IDG Brasil e COMPUTERWORLD, com apoio das empresas de consultorias Meka e IDC Brasil. Em 2006, informa o levantamento, o setor de serviços do País movimentou 22,2 bilhões de reais, o que representou um aumento de 17% sobre o faturamento registrado em 2005 (em dólar, a taxa de crescimento foi quase o dobro, em torno de 30%).

Mesmo assim é um aumento significativo se comparado com a taxa de elevação do mercado total de TI, que foi de 12% em 2006, quando a receita chegou a 54,2 bilhões de reais. Mas não é só: a participação dos serviços corporativos nas receitas totais das empresas brasileiras passou de 39% em 2005, para 41%, em 2006. E até 2012, segundo a IDC, deve representar quase a metade do total de gastos com TI no Brasil.

“É um crescimento saudável, apesar das margens de lucros estarem um tanto apertadas”, avalia Mauro Peres, diretor de pesquisas da IDC. “Os serviços de TI crescem mais que os de telecom e vêm nesse ritmo desde 2004, quando a taxa média de expansão chegou a 16,15% – isso depois de dois anos de retração. Para 2007, a IDC prevê uma taxa um pouco menor que a do ano passado, algo acima de 13%. Mas ainda será significativa. O cenário econômico favorece”, afirma Peres.

Na avaliação do Gartner, o desempenho positivo nos últimos anos não é exclusivo da indústria brasileira de serviços de TI. O mercado mundial de serviços, em 2006, de acordo com estudos do instituto de pesquisas e consultoria de negócios, atingiu 672,3 bilhões de dólares e o da América Latina foi de 24,4 bilhões de dólares. “Nossa previsão era que esses mercados crescessem 11%, mas a taxa de aumento foi muito maior, acima de 15%”, conta Ione de Almeida Coco, vice-presidente regional para programas executivos do Gartner na América Latina. Segundo ela, dentro desse contexto, o Brasil ganha papel de destaque no continente.

“O mercado nacional está atraindo a atenção das corporações estrangeiras, que se movimentam fortemente para transferir suas compras de serviços de TI para fora dos Estados Unidos e Europa. A Índia ainda é imbatível como principal alternativa, mas 10% dos executivos das 500 maiores empresas globais, entrevistados pelo Gartner, disseram que já usam o Brasil como fonte de recursos de serviços de TI, enquanto outros 50% pensam em utilizar”, comenta Ione.

Segundo os analistas, o aumento do consumo interno de sistemas de tecnologia da informação e de telecomunicações molda um novo modelo de negócios para as empresas brasileiras, que buscam garantir níveis maiores de rentabilidade. “As organizações ultrapassaram a fase de investir quase todo o orçamento destinado a TI em infra-estrutura de hardware e software e agora estão aplicando boa parte do budget em serviços a fim de ter um foco maior em seu core business e reduzir custos”, sugere Rodrigo Batista, consultor de serviços da IDC.

Não é gratuito, portanto, que o outsourcing seja, entre as vertentes do mercado de serviços (as outras quatro são consultoria, implantação, gerenciamento e treinamento), a que mais cresceu em vendas no ano passado, com um total de 9,2 bilhões de reais, de acordo com o estudo 100 Maiores Serviços Corporativos do IDG. “Por um custo fixo, os contratos oferecidos por muitos fornecedores contemplam não somente os equipamentos, mas ainda a renovação dos mesmos, o gerenciamento contínuo com suporte, manutenção e outros serviços agregados, atraindo cada vez mais os usuários”, exemplifica Batista.

Dentro da área de outsourcing, destacam-se os negócios de terceirização de call center, que têm nos bancos e nas operadoras de telecomunicações seus principais consumidores. Duas empresas apenas, a Contax e a Atento Brasil, faturaram 2,4 bilhões de reais em 2006, cerca de 20% de toda receita obtida pelas dez maiores empresas do ranking das 100 Maiores. “Uma das razões para esse crescimento é que não focamos apenas na oferta pura e simples de call center, mas também em serviços de atendimento ao cliente, televendas, crédito e cobrança”, detalha James Meaney, presidente da Contax, braço da Telemar na área de call center. A receita estimada da companhia foi de 1,3 bilhão de reais em 2006, 17% maior que o obtido em 2005.

Um mercado ainda pequeno, mas que vem apresentando crescimento expressivo, é o segmento de serviços off-shore. É compreensível. “As empresas globais estão evitando colocar todos os ovos numa mesma cesta, como no caso da Índia, por exemplo, que pelos problemas de retenção de pessoal, demanda de oferta e rotatividade por melhores salários pode não estar preparada para expandir os projetos, se necessários”, diz Batista, da IDC. Isso incentiva fortes investimentos em treinamento, na qualificação dos profissionais e na criação de centros de desenvolvimento e manutenção de serviços de software, no Brasil e no exterior.

“O amadurecimento do mercado e a visão de alguns fornecedores nacionais que conseguiram mostrar que têm tecnologia, processos e capacidade de atendimento à clientela acirrou a competição”, acredita César Gon, presidente da Ci&T, empresa de consultoria e desenvolvimento de software localizada em Campinas, que já investiu perto de dois milhões de dólares na ampliação e criação de novas instalações, com objetivo de melhorar a qualidade de atendimento aos clientes globais.

Em resumo, pelo menos no caso da indústria brasileira de serviços de TI, a globalização é considerada uma conquista. “Trata-se de um mercado sem barreiras nem fronteiras”, define Peres.

Actminds planeja aquisição nos Estados Unidos

Publicado quinta-feira, 19 de julho de 2007 às 18:29 por brsa.

Veículo: IT Web
Data: 04/07/2007


Grupo de empresas de Campinas atua nos EUA há três anos e planeja investimento que pode chegar a até US$ 40 milhões

O Actminds, consórcio de empresas de software da região de Campinas com atuação nos Estados Unidos, planeja a aquisição de uma empresa com marca, clientela e reputação naquele mercado, afirmou Fábio Pagani, diretor do consórcio.

A operação, que poderia acontecer no ano que vem, giraria entre de US$ 30 milhões e US$ 40 milhões e teria como fonte de recursos o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “A idéia é adquirir uma plataforma constituída, com uma carteira de clientes e com reputação, e montar um Actminds II ou uma nova associação com outro nome”, comentou Pagani.

De acordo com ele, o objetivo do Actminds - que existe há três anos - é servir de alavanca para as empresas que deverão seguir seu caminho próprio depois. Por isso, a idéia de elaborar a nova fase do projeto com outras empresas, que pode ser intitulada uma seqüência do atual ou não.

Segundo o diretor, existem problemas legais com o financiamento da operação nos Estado Unidos pois, o dinheiro sairia do Brasil para ser aplicado fora, mas BNDES tem se mostrado bastante aberto à negociação. Para ele, o banco tem sido um bom financiador do setor de tecnologia.

Entre as dez empresas que compõem a Actminds estão a Ci&T e a Fitec. O consórcio atua principalmente no setor americano de health care e exportou, em 2006, R$ 19,3 milhões em software para esse país (no Brasil, o faturamento foi de R$ 95,7 milhões).

Pagani participou do Seminário de Exportação de Software, realizado nesta quarta-feira (04/07), em São Paulo, pela Câmara Americana de Comércio (AMCHAM).