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um brasil maior: mesmo?

Publicado segunda-feira, 8 de agosto de 2011 às 15:41 por brsa.

08/08/11 - Terra Magazine

o programa brasil maior, ação mais recente do governo federal na direção de uma política industrial e de comércio exterior, foi bem recebido pelo setor de software. as empresas da área deixam de pagar encargos trabalhistas de 20% sobre a folha de pagamentos e passam a recolher um imposto de 2.5% sobre a receita bruta do negócio. isso de forma experimental, de quando o assunto for regulamentado ate dezembro de 2012, quando o assunto será reavaliado.

edmundo oliveira, diretor de relações institucionais da associação brasileira de empresas de tecnologia da informação e comunicação, a brasscom, disse a tele.síntese acreditar “que a medida terá um impacto muito positivo para o setor e vai permitir o aumento da competitividade das empresas de TI do país”.

o blog concorda, em tese, com a brasscom. pelo menos o governo federal saiu da imobilidade que sempre o distanciou de um dos setores mais ativos da economia durante décadas e fez alguma coisa pelas empresas de software. para saber o que vai –ou pode- acontecer na prática e quais são as consequências no curto, médio e longo prazos, falamos com césar gon, um dos fundadores e atual diretor presidente da ci&t, uma das empresas de software que mais crescem no país, com clientes pelo mundo afora e bases no EUA, japão e china, além do brasil.

SM: qual o impacto que as medidas do plano brasil maior poderão ter na indústria de software nacional? como elas aumentam a competitividade das empresas baseadas no brasil no mercado mundial? que expectativa de geração de novos empregos nós temos? ou se trata de medidas para manter o grau de emprego da indústria nacional de software?

CG: Acho que são dois contextos distintos: para o mercado doméstico, são muito positivas e certamente contribuem para uma melhoria horizontal no setor, com aumento da formalização e incentivo ao emprego. São também defensivas, pois criam mais uma barreira para reduzir a migração de empregos locais para países mais competitivos que o Brasil como Argentina, Uruguai, China e Índia.

Num contexto mais global, o caminho para a real competitividade é bem mais longo. O impacto positivo dessa desoneração é certamente menor que a perda com a variação cambial nos últimos dois anos, período no qual o Brasil viu sua (já pequena) participação no mercado mundial diminuir para menos de 2%. Completando o cenário, o protagonismo das empresas nacionais no volume total de exportações (US$ 2,39B em 2010, segundo o IDC) é muito baixo, de menos de 10%, número aliás muito parecido com a participação das empresas de capital nacional no mercado doméstico.

Esse fracasso, se olharmos com cuidado, está associado a questões bem mais fundamentais do que o câmbio ou o custo trabalhista. O nosso atraso está ligado à estrutura da nossa indústria, a uma cultura de curto prazo e pouca diferenciação.

Como exemplo, veja que estamos falando de uma “experiência” de  desoneração (e expectativa de resultados) com um prazo de 13 meses
(dez/11 a dez/12), quando qualquer estratégia de internacionalização  precisa ser pensada num horizonte bem maior, de no mínimo 10 anos. O que vi nas duas últimas décadas foi um movimento pendular e inócuo: as empresas nacionais decidem exportar quando o mercado doméstico está desaquecido e a relação dólar/real favorável. Em seguida, o cenário  muda, a demanda interna aumenta e/ou o dólar se deprecia e as  iniciativas de exportação perdem prioridade. O fato é que o processo de internacionalização leva tempo, consome capital e demanda inovação.

Não é algo para ser feito em dois ou três anos. Montar a estrutura  executiva local, estabelecer credibilidade, inovar para diferenciar a oferta em cada mercado/cultura etc. são atividades críticas e que demandam tempo para maturar.

SM: além das medidas atuais, o que mais é preciso fazer para se ter um brasil realmente competitivo frente a indústria internacional de software?

CG: Para criar uma forte e exportadora indústria nacional de TI, não basta atacar a crônica falta de competitividade do capital humano brasileiro. Sob um olhar mais estratégico, não será exportando serviços de baixo valor agregado que iremos conquistar espaço numa das mais competitivas e inovadoras indústrias do mundo.

Não dá para desenhar uma estratégia de exportação baseada apenas em arbitragem de custos através de alocação de mão-de-obra (no jargão do setor, “body shopping”), que é a modalidade de serviço ainda predominante na indústria doméstica. Além disso, impera ainda a cultura extrativista de “vender para depois contratar” em contraposição ao investimento contínuo em formação de profissionais, o que cria um ambiente de alta rotatividade e baixa qualidade.

É preciso olhar para o futuro. O mercado de produção de software
offshore é resultado de uma transformação do final do século passado, liderada pela Índia e baseada numa enorme disponibilidade de mão-de-obra técnica, de baixo custo e fluente em inglês. O Brasil não participou daquela transformação e não deve almejar ser um protagonista tardio.

Por outro lado, existe um processo radical de mudança na indústria
global de serviços de TI, que será novamente transformada, dessa vez
pela “consumerização” do uso da tecnologia, pela massificação da
computação em nuvem e pela pervasividade dos dispositivos móveis e das redes sociais.

Tais transformações representam uma enorme oportunidade para um posicionamento de maior valor para todas as empresas de TI, inclusive
as nacionais. E os fatores críticos para que essa oportunidade possa ser capturada pela indústria nacional de software são 1) alongar a visão de investimentos,
2) criar ecossistemas empresariais mais inovadores; e 3) apostar pra valer num intenso processo de formação de capital humano de qualidade, em grande quantidade.

a julgar pelas respostas de césar gon, parece que estamos vendo surgir mais uma solução conjuntural [e parcial] para um problema estrutural [e muito mais complexo de ser tratado], similar ao que está acontecendo no mercado de hardware, assunto que já discutimos neste e neste textos.

e as coisas não são assim porque brasília não entende o assunto, cenário, mercado, empresas e seus problemas. é porque se trata de uma situação complexa e, como tal, de solução trabalhosa e potencialmente complexa.

mas os políticos parecem ter perdido a noção do que realmente significa governar um país: deveriam governar para resolver problemas, a maioria dos quais complexos, multifacetados, interconectados, históricos… que assolam seus cidadãos, as empresas e as instituições em geral. claro que isso não é simples e nem pode ser feito sem atingir interesses variados, em quase todo caso. resultado? como tudo o que é estrutural e daria resultados de curto, médio e longo prazos é difícil de ser feito, prefere-se o conjuntural, muito mais simples de ser atacado e que pode até dar resultados no curto prazo e dentro de um escopo limitado.

e o futuro, de verdade? parece que fica para o próximo mandato. se houver um. ou para quem estiver no lugar em alguns anos, seja quem for. ele ou ela que pague os custos políticos de resolver os problemas de verdade. foi pensando assim que a atenas e roma [antigas e atuais] afundaram, que os EUA estão na situação em que se encontram… que a argentina patina há décadas… e que nós e os russos [parece até que, desta vez, combinamos com eles] realizamos muito menos do nosso potencial do que poderíamos e os BRICs são, cada vez mais, só IC, de índia e china.

o que talvez esteja em falta, na política de muitos países e empresas, é criatividade para tratar os problemas da era da complexidade. sem falar na pura e simples confiança, determinação e coragem para não fugir dos grandes problemas.

Por Silvio Meira

Ci&T conquista clientes no exterior para soluções móveis

Publicado segunda-feira, 8 de agosto de 2011 às 15:11 por brsa.

05/08/11 - TI Inside

A Ci&T, empresa brasileira especializada em outsourcing de TI que prevê fechar este ano com receita de R$ 130 milhões, criou há pouco mais de um ano a sua divisão de soluções móveis e vem registrando bom desempenho, inclusive já conquistando clientes até no exterior.

A norte-americana Henry Schein, fornecedora de insumos médicos, farmacêuticos e veterinários com faturamento anual na casa dos US$ 7 bilhões, contratou a Ci&T para desenvolver uma solução de automação de força de vendas para seus 3,5 mil vendedores usarem em seus iPads. Uma primeira versão de teste está nas mãos de 100 vendedores desde maio e os demais receberão até o fim do ano. Outra frente internacional da Ci&T está no Japão, onde uma parceria com a operadora móvel Softbank começa a gerar os primeiros contratos.

A Ci&T prevê um faturamento de R$ 4 milhões com sua divisão de mobilidade este ano, dos quais aproximadamente 65% virão do exterior. O resultado representa uma expansão de quatro vezes em relação ao ano passado, quando a receita da empresa com mobilidade foi de R$ 1 milhão.

Grandes empresas em países desenvolvidos estão descobrindo que contratar desenvolvedores brasileiros de soluções móveis pode ser a melhor alternativa em termos de custo/benefício. Além da Ci&T, Spring Wireless e Pontomobi servem de exemplo. “Não se trata apenas de uma questão de preço, senão bastaria contratar os indianos. Os brasileiros agregam a vantagem de serem criativos e ajudarem o cliente a desenvolver sua solução“, explica o gerente de serviços móveis da Ci&T, Paulo Camara. A empresa mantém uma equipe de 25 pessoas nos EUA, entre área comercial e gerentes de projetos. No Japão, há um grupo comercial apoiado por uma fábrica de software própria montada na China, onde trabalham 100 pessoas. E recentemente a Ci&T abriu um centro de desenvolvimento na Argentina. A expansão para outros mercados dependerá da demanda dos clientes.

Brasil

No Brasil, em mobilidade, a Ci&T realizou até o momento alguns projetos na área de mobile marketing para clientes como Coca-Cola e outros de comércio móvel para o grupo Pão de Açúcar, como o aplicativo móvel do Pontofrio.com. Camara enxerga também uma demanda crescente por projetos de mobilidade corporativa, integrando dispositivos móveis a sistemas de TI.

O executivo cita entre os fatores que explicam o sucesso da empresa nesse começo de atividade em mobilidade a extensa carteira de clientes de grande porte na área de TI, como Johnson & Johnson e Coca-Cola. Além disso, a experiência em TI conta a favor na hora de conquistar contratos de mobilidade, pois o cliente não precisa se preocupar em procurar outros fornecedores para complementar a solução no que diz respeito à integração com seus sistemas internos. “Temos mais de 150 consultores SAP e muita gente especializada em BI (business intelligence). Nossas soluções de mobilidade não são simplesmente móveis. Oferecemos alto valor agregado“, explica.

Exportação de serviços ainda não convence

Publicado segunda-feira, 1 de agosto de 2011 às 17:06 por brsa.

Julho/2011 - TI Inside

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Ci&T cria unidade focada em nuvem

Publicado quinta-feira, 28 de julho de 2011 às 19:06 por brsa.

28/07/11 - Computerworld

A empresa disponibiliza aplicações em cloud, por meio de acordo estabelecido com provedores de nuvem pública como Google e Amazon.

A Ci&T criou uma unidade de negócios voltada para cloud computing e anunciou parcerias com os principais provedores de nuvem do mundo. Os acordos viabilizaram a oferta de três soluções voltadas para as aplicações em cloud.

A parceria com o Google Apps for Business e Salesforce (CRM) oferece plataformas de e-mail, colaboração, documentos, vídeos, gestão de força de vendas e call center / atendimento ao cliente. Outra solução é fruto de um acordo com Google App Engine e Force.com e utiliza benefícios e componentes prontos das principais Plataformas como Serviço (PaaS).

Já a parceria com a Amazon Web Services, viabilizou o AWS Solutions Provider, que auxilia clientes a construir aplicações que demandem escalabilidade, baixo custo inicial e baixo risco.

Cloud é o futuro da web e do desenvolvimento móvel

Publicado terça-feira, 19 de julho de 2011 às 11:31 por brsa.

18/07/2011 - CIO Magazine

Se você estiver considerando aproveitar o poder da nuvem para desenvolver suas próprias aplicações, não há momento melhor que agora.

Daniel Viveiros *

Houve um tempo em que qualquer alusão a cloud era vista com ceticismo pelos executivos de TI. Em pouco tempo, no entanto, a nuvem deixou de ser um mero conceito e passou a ter força no mundo de TI. Para os desenvolvedores de software, transformou-se num novo paradigma que está se tornando padrão na maneira de construir e implantar aplicativos.

Com certeza, as ofertas da Google, Amazon, Salesforce.com e Microsoft – primeiros fornecedores de ferramentas reais e tangíveis para que as empresas conseguissem conhecer os benefícios da nuvem em primeira mão - foram importantes para essa mudança de paradigma. Agora, em vez de investir na construção e implantação de uma vasta infraestrutura para dar suporte a novas aplicações web e móvel, as companhias têm uma alternativa barata e fácil para hospedá-las.

Em quase todos os sentidos, o conceito de cloud computing começa a trazer à tona alguns benefícios prometidos desde que foi lançado, deixando muitos executivos de TI ansiosos para aproveitar todo o seu potencial como investimento tecnológico de negócios. A promessa de cloud é real, e seus benefícios também. As vantagens que ela oferece, em termos de velocidade e economia de custos, podem mudar a mente dos executivos de TI.

É importante registrar que cloud é o futuro da web e do desenvolvimento móvel. E se você estiver considerando aproveitar o poder da nuvem para desenvolver suas próprias aplicações, não há momento melhor do que o agora. Por isso, elenquei, abaixo, alguns pontos fundamentais para o sucesso do desenvolvimento na nuvem.

Rapidez + Redução de custo = O Santo Graal da TI

Sem dúvida, o principal benefício do desenvolvimento de aplicações na nuvem é a agilidade. A estrutura de hospedagem que a nuvem oferece, em um barato modelo “pay-as-you-go”, proporciona um processo de instalação mais rápido para a equipe de desenvolvimento. Isso sem falar da flexibilidade que oferece para o processo do desenvolvimento em si. Antes, os times de desenvolvimento eram orientados a realizar grandes preparativos para iniciar um projeto de desenvolvimento com a garantia de que a infraestrutura do local seria capaz de suportar os novos aplicativos.

Cloud computing elimina muitas dessas preocupações porque fornece um modelo de hospedagem com mais capacidade de armazenamento, poder computacional e serviços necessários para a construção e a implementação da aplicação, ao mesmo tempo em que racionaliza a fase de instalação e o processo de desenvolvimento global. Isto proporciona uma economia significativa. E os gerentes de TI ficam livres da necessidade de investir grandes recursos em infraestrutura de servidores adicionais e outros gastos, antes mesmo de considerar a aplicação em questão. Está tudo lá na nuvem, é barato, e está pronto para usar assim que a equipe de desenvolvimento precisar.

Por isso, em vez de focar na instalação e na infraestrutura, as equipes de desenvolvimento e os gestores de TI podem focar seus recursos nas aplicações em si, e alinhar isso às necessidades da organização. Com as soluções preparadas para atuarem na nuvem, os profissionais podem focar em gerar valor ao negócio, um dos princípios do desenvolvimento de aplicações alinhado à metodologia Lean, que pode posicionar a organização de TI como um contribuinte valioso para o negócio.

Cada vez menos obstáculos para confiança e segurança

Rapidez e economia são dois benefícios que o desenvolvimento para o modelo de cloud computing oferece. Porém, muitas companhias ainda enxergam a nuvem como instável e incerta, de modo que não confiam nela para hospedar sua infraestrutura. Apesar de ser uma preocupação válida, acredito que com planejamento as empresas podem clarear suas ideias e começar a aproveitar a nuvem para seus negócios.

A chave para o desenvolvimento de aplicações na nuvem é preparar sua arquitetura para esse desenvolvimento, de maneira a permitir à aplicação rodar, independentemente de qualquer falha que possa ocorrer. Isso inclui a construção de planos de recuperação e desastres que vão assegurar que o desenvolvimento possa continuar mesmo que os recursos se tornem indisponíveis durante o processo. Como a maioria das empresas já tem esses planos em prática, com o modelo de negócio on-premise, basta aplicar estes mesmos processos de planejamento de recuperação de desastre para seus investimentos na nuvem.

Outro obstáculo importante é a questão da segurança. Muitas organizações simplesmente não estão confortáveis com a mudança de todos os seus dados corporativos para uma nuvem pública e, por isso, optam por fazê-la de forma privada. O que essas empresas não conseguem perceber, no entanto, é que a nuvem privada é, muitas vezes, menos segura do que a pública.

O problema é que a nuvem privada conta com a infraestrutura de segurança da empresa que a abriga, enquanto que a pública é desenvolvida tendo a segurança como um dos pontos principais. Além disso, as nuvens privadas são, geralmente, menos confiáveis. Por isso, embora seja compreensível que as empresas devam tomar cuidado ao investir em cloud pública e estejam certas em se preocupar com seus dados corporativos, muitos desses temores são infundados, em muitos aspectos.

Alguns executivos, os mais visionários, já perceberam isso. E assim que a nuvem começar a provar como é importante para as organizações, as “paredes” que dificultam sua adoção começarão a cair.

Olhando para o futuro

A coisa mais importante que deve ser lembrada sobre cloud computing é não esperar perfeição. Porque nada é perfeito. Mas, com certeza, cloud é o avanço mais promissor dos últimos anos no campo do desenvolvimento de software.

Em 10 anos, as ofertas de cloud dos principais players vão dominar a área de desenvolvimento, enquanto os modelos tradicionais como Java e .Net serão deixados de lado.

(*) Daniel Viveiros é Gerente de Tecnologia Cloud da multinacional brasileira de TI, Ci&T.

Global Services 100 ressalta pioneirismo da Ci&T na utilização dos conceitos Lean aplicados ao mundo de TI

Publicado sexta-feira, 15 de julho de 2011 às 14:44 por brsa.

15/07/2011 - Softex

A empresa é destaque entre as líderes emergentes na América Latina

A multinacional brasileira de TI, Ci&T (http://www.cit.com.br), foi incluída na lista dos mais importantes fornecedores de TI e processos de negócios do mundo pelo Global Services 100. E ainda ficou em destaque entre as empresas líderes emergentes na América Latina. A lista valoriza o trabalho que a Ci&T vem desempenhando na utilização de metodologias ágeis e dos princípios Lean nos seus processos de desenvolvimento de aplicações de software e engenharia de produto.

A Global Services 100 reconhece os fornecedores que demonstram liderança em quatro categorias distintas: Gestão por Excelência, Maturidade do Cliente, Maturidade para Entrega Global e Amplitude do Portfólio de Serviços. A lista analisa as organizações do ponto de vista qualitativo e quantitativo, para apresentar uma visão completa da dinâmica que compõe o cenário mundial de TI e dos processos de negócio da indústria de outsourcing.

“A indústria global de serviços foi, claramente, para o caminho de melhor trabalho com menores custos”, afirma Ed Nair, Editor do Global Services. “As empresas estão em constante busca pelos resultados e, em alguns casos, por novas formas de gerar mais valor aos seus negócios. Os fornecedores que conseguem atuar nessas frentes foram valorizados pela GS100 e suas categorias”, explica.

O primeiro semestre de 2011 foi excelente para a Ci&T, com destaque para a criação do Programa de Empreendorismo, que visa contribuir com nossos colaboradores para a construção de novos, e criativos, negócios”, enfatiza o CEO da Ci&T, Cesar Gon. “A inclusão da Ci&T nesta lista contribui para que o início do segundo semestre seja ainda mais empolgante. Continuaremos a trabalhar com a abordagem Lean para proporcionar um nível excepcional de qualidade e serviço que gera maior valor para os nossos clientes”.

Ci&T abre 150 vagas para a área de tecnologia

Publicado quarta-feira, 13 de julho de 2011 às 14:28 por brsa.

07/07/2011 - Computerworld

A multinacional brasileira de TI Ci&T, está com 150 vagas de trabalho abertas para estágio e oportunidades efetivas em todo o Brasil. Podem se candidatar profissionais graduados, ou em formação, em engenharia de software, ciência da computação, análise de sistemas e outros cursos voltados à área de TI. Os currículos devem ser enviados para o e-mail rh@cit.com.br. A empresa tem urgência em receber os currículos para o programa de estágio, pois a seleção para o segundo semestre já começou. Para as vagas efetivas, não há prazo determinado.

A empresa garante oferecer treinamento qualificado e plano de carreira com alta visibilidade de crescimento profissional. “Cada colaborador conta com o acompanhamento de um mentor, além da supervisão do seu gerente para orientá-lo no desenvolvimento de sua carreira. Além disso, existe um plano de capacitação e um programa de certificação estruturado para apoiar esse crescimento.”, afirma Carla Borges, gerente de RH da Ci&T.  Desde 2006, é considerada uma das 40 Melhores empresas para se Trabalhar em TI, no Brasil.

Com sede em Campinas, interior de São Paulo, a Ci&T tem escritórios em todo o Brasil, e unidades ao redor do mundo – um centro de desenvolvimento em Ningbo, na China, e outro na Argentina; e escritórios nos EUA, Europa, Japão e China.

Líder é aquele que forma líderes

Publicado segunda-feira, 27 de junho de 2011 às 12:33 por brsa.

24/06/11 - CRN - IT Web

O líder globalmente responsável volta a ser pauta de discussões durante um dos intercâmbios de ideais que aconteceu no primeiro IT Business Forum 2011, na Praia do Forte, em Salvador.

Em painel comandado por César Gon, CEO da Ci&T, as trocas de ideias ocorreram em torno das demonstrações de atitudes e ações tomadas pela empresa de Gon, quanto ao gerenciamento de pessoas e negócios. Com faturamento anual de R$ 130 milhões e atividades expandidas também para o mercado internacional, César disse que sua companhia investe fortemente no desenvolvimento de líderes. “Líder é quem forma líderes, que, assim como ele, trabalham com propósitos de crescimento”, afirmou.

De acordo com César, manter os colaboradores com planos de crescimento e propósitos de trabalho, em busca de resultados para ambos os lados da mesa, é a melhor forma de buscar o desenvolvimento das empresas, pois terão “pessoas mais comprometidas e firmes em suas ações, acumulando experiência da empresa, para a empresa”. Ainda segundo César, a taxa de turn over da Ci&T é de 5%.

Toda empresa tem que focar nos processos de tomadas de decisões. Os processos ruins estragam boas pessoas. É complicado focar o negócio em torno de um eixo que não compete aos talentos que, de fato, podem ser desenvolvidos dentro das paredes da corporação”, explicou.

Segundo o executivo da Ci&T, a cultura da empresa deve ser levado em consideração, mas a sensatez para a saber quais valores daquela cultura serão realmente úteis para o desenvolvimento do negócio é a principal atitude de um comando ordenado de ações em prol do crescimento no mercado. “Não dá para se iludir, temos que adaptar a empresa para o mercado atual, seja na época que for”, complementou.

Em suma, o intercâmbio com César Gon foi voltado para lições quanto a administração de pessoas com o foco de criar novos líderes, que estarão preparados para defender a sua companhia devido a todos os ideais traçados anteriormente, visando o crescimento profissional individual e o corporativo. “O líder do “bem” é o cara que trabalha com propósito”, pontuou.

… liderança no governo

Com o decorrer das discussões, o tema ganhou a proporção governamental, mas voltado a críticas no sentido de infraestrutura e visão de negócios. “As ambições do mercado brasileiro estão muito aquém das vontades das companhias”, afirmou. Como exemplo, César lembrou sobre a construção de sua filial na China. “Na época, o governo chinês me ofereceu um prédio, que não estava construído, e um local que era de difícil acesso, mas que o Estado estava em busca de construir uma ponte para encurtar o caminho, que seria de 4h, em 2h. Em um ano, tudo estava pronto. Aqui no Brasil, a terceira faixa da rodovia que me leva até Campinas começou antes e terminou depois. A visão de negócios e a força de execução chinesa é muito forte e nosso governo deveria olhar para isso com maior afinco”, opina.

Patricia Andrea Santos, presidente da DBA Engenharia de Sistemas, lembrou o quanto a base governamental nacional não se adéqua ao poderio econômico das companhias nacionais. “As empresas têm uma visão mais arrojada, que quebra barreiras”, disse, que teve sua frase completada por Ricardo Larguesa, da T2S, que afirmou que “falta comprometimento estratégico”.

Coca-Cola reduz SAC com Ci&T

Publicado segunda-feira, 20 de junho de 2011 às 11:03 por brsa.

17/06/11 - Baguete

A Coca-Cola conseguiu reduzir em 100% o número de SACs em campanhas promocionais com uma solução da brasileira Ci&T.

Correção de defeitos, aprimoramentos e atualizações do atendimento, bem como do monitoramento dos servidores e de questões de segurança e interface com auditorias, ficaram aos cuidados da Ci&T.

“Tudo o que é lançado, seja na website, Facebook, Orkut, MSN ou aplicativos, é supervisionado pela Ci&T”,  explica o diretor da prática de AMS da empresa, Daniel Jerozolimski.

Segundo Jerozolimski, somente em maio deste ano havia 20 campanhas da Coca-Cola no ar, rodando simultaneamente e que deveriam manter sempre a mesma performance e qualidade de um único site em produção.

O papel principal, no entanto, diz o executivo, é atuar como integradora de todas as agências envolvidas em cada uma das ações.

A Ci&T tem, hoje, uma célula de AMS específica para o atendimento da Coca-Cola. São 23 pessoas alocadas entre o desenvolvimento dos projetos e a manutenção dos mesmos.

Fundada em 1995, a Ci&T tem centros de desenvolvimento localizados no Brasil, Argentina e China, com mais de mil funcionários, e atende empresas a partir de seus escritórios no Brasil, EUA, Europa e Japão.

A empresa registrou um crescimento de 42% em 2010, e estima um faturamento de R$ 130 milhões em 2011.

Alguns dos clientes são Andrade Gutierrez, Banco Votorantim, Embrae e Johnson & Johnson.

Nascemos Globais

Publicado segunda-feira, 6 de junho de 2011 às 15:18 por brsa.

06/06/06 - Global online

Fundada em 1995 na cidade de Campinas (SP), a empresa de tecnologia da informação Ci&T cresceu internacionalmente por meio de filiais em vários países e hoje tem mais de 35% de sua receita oriunda do exterior. A companhia mantém centros de desenvolvimento e pesquisas em Campinas e Belo Horizonte (MG), e também na China e na Argentina, além de unidades subsidiárias na Filadélfia (Estados Unidos), Londres (Inglaterra) e Tóquio (Japão).

Durante sua participação no Café Setorial de Comércio Exterior, realizado pela Amcham (Câmara Americana de Comércio) no final de maio em São Paulo (SP), o CEO da Ci&T e um de seus criadores, César Gon, disse que o grande desafio, hoje, é o de consolidar uma empresa multicultural, que abarca profissionais de diversas localidades do mundo, articulando diversas culturas e diferentes geografias numa única proposta de valor. Veja, a seguir, a entrevista concedida ao Global Online.

Global Online: Quando começou o processo de internacionalização da Ci&T?
César Gon: O conceito de internacionalização da Ci&T nasceu com a própria empresa, em 1995. A premissa de criação era de que a companhia seria uma empresa global. Foi efetivamente a partir de 2001 que começamos a estudar nossa oferta para que fosse aderente aos mercados internacionais, com a criação de unidades no exterior. Nossa primeira subsidiária fora do País surgiu em 2005, na Filadélfia, nos Estados Unidos.
 
Global Online: Como a empresa equacionou sua participação no mercado doméstico e a criação da atual musculatura internacional?
Gon: Na realidade, a participação da Ci&T no mercado interno vem crescendo bastante. O que fizemos foi conciliar esse crescimento – colocando o mercado internacional como um foco estratégico da empresa e, aí sim, distribuindo investimentos na expansão local e doméstica, que é mais simples do ponto de vista de desafio de competitividade – com o grande desafio de tornar a empresa uma rede global de unidades internacionais voltadas para atender nossos clientes. Em outras palavras, conseguimos conciliar a grande oportunidade existente no Brasil, pela atual pujança do mercado doméstico, com o objetivo estratégico de ter acesso aos maiores e mais competitivos mercados de TI.

Global Online: Qual o volume de capital humano brasileiro dentro da Ci&T?
Gon: Hoje atuam nas nossas unidades cerca de 1.300 profissionais. Desse total, pelo menos entre 85% e 90% são brasileiros. A taxa de outras nacionalidades vem crescendo gradativamente pela expansão de nossas unidades na China, na Argentina e nos Estados Unidos. Nosso grande desafio é o de criar uma empresa multicultural: temos brasileiros, americanos, japoneses, chineses, indianos, argentinos – todos cooperando numa rede global de serviços.

Ao mesmo tempo é uma grande oportunidade de se criar uma empresa voltada para o desenvolvimento humano, base para conseguir articular diversas culturas e diferentes geografias numa proposta única de valor.

O fator humano está na base do desenho de atuação de longo prazo de uma empresa do setor de Tecnologia da Informação. Basicamente a capacidade de articular talentos em qualquer região do mundo, independentemente de suas raízes culturais, é a base competitiva do futuro de uma indústria que já é globalizada por natureza.

A nossa indústria (de TI) não reconhece barreiras físicas ou alfandegárias de países. Ela perpassa isso e está muito mais atrelada à própria rede social, que vai se tornando cada vez mais global.

Global Online: O custo da mão de obra especializada do setor é muito alto?
Gon: Sim, em algumas localidades é bastante alto; e em outras, nem tanto. Na Argentina, por exemplo, o atual salário do engenheiro de TI é a metade do valor cobrado no Brasil.

Global Online: Com quantos clientes trabalha a Ci&T atualmente?
Gon: A Ci&T trabalha hoje com 96 clientes, basicamente multinacionais, como Coca-Cola, Avon, Panasonic e Johnson & Johnson, além de grandes empresas nacionais como Vale, Embraer e outras.

Global Online: Qual é o share da empresa no Brasil?
Gon: A Ci&T está entre as cinco maiores empresas nacionais que atuam em desenvolvimento de aplicações customizadas.

Global Online: Onde estão sediados hoje os grandes competidores mundiais do setor?
Gon: Na China e na Índia.

Global Online: Vocês têm planos de ir para a Índia?
Gon: Não é um foco de curto prazo. A estratégia atual é de atender ao mercado asiático por meio das nossas operações na China e no Japão. Já no médio prazo, pode fazer sentido complementar nossa teia de competências com uma unidade na Índia.

Global Online: Quais são os principais serviços oferecidos pela Ci&T?
Gon: A empresa atua como provedora de soluções globais em Tecnologia da Informação. Trabalhamos basicamente com design e desenvolvimento de aplicações para grandes empresas e com grandes projetos estratégicos de TI.

Global Online: Quais são os principais mercados atuais da companhia?
Gon: São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, no Brasil; fora do País temos a costa leste dos Estados Unidos e Tóquio, no Japão.

Global Online: Quais seriam os percentuais das receitas oriundas do exterior e do Brasil?
Gon: Hoje temos 35% da receita vinda de contratos fora do Brasil, basicamente numa proporção de 80% nos Estados Unidos, 10% na Europa e 10% na Ásia. 

Global Online: Qual é a perspectiva de crescimento da Ci&T para 2011?
Gon: A Ci&T vem crescendo nos últimos dez anos em torno de 35% a 40% ao ano. Em 2010 crescemos 42% e para este ano estamos prevendo um crescimento da ordem de 35% a 40%. O faturamento da Ci&T em 2010 foi de R$ 101 milhões.

Sonia Crespo, de São Paulo