Blog Público

Japoneses querem contratar serviços de desenvolvimento no País

Publicado quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010 às 10:33 por brsa.

10/02/2010 - Computerworld

Segundo a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), expectativa é gerar negócios da ordem de R$ 3 milhões em três anos.

Representantes das empresas japonesas NIT (braço de tecnologia da seguradora Nissay) e Rococo visitaram o Brasil entre o fim de janeiro e o início de fevereiro para identificar potenciais parceiros para o desenvolvimento de aplicativos. A Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), que coordenou a aproximação, estima que esses encontros podem gerar negócios da ordem de 3 milhões de reais nos próximos três anos.

Segundo comunicado divulgado pela Softex, o chairman da Nissay, Masatsugu Kohri considera que o fuso horário de 12h entre Brasil e Japão poderá trazer vantagens em relação à redução do tempo para desenvolvimento, testes e implantação, permitindo um ritmo de trabalho de praticamente 24 horas. A empresa também busca no Brasil serviços de monitoramento, manutenção e suporte remoto a servidores, reduzindo custos com o pagamento de horário noturno a técnicos japoneses.

Os encontros ocorreram em São Paulo e em Campinas (SP), com as seguintes empresas brasileiras: Business & Solutions, especializada no desenvolvimento de aplicativos para o ramo de seguros; UBIK do Brasil, de projetos de infraestrutura de TI; consórcio Curitiba Global IT; Ogeda IT Solutions; BRQ; Stefanini; Algar Tecnologia e Ci&T.

Por Redação da Computerworld

Ci&T abre vagas para área de Tecnologia

Publicado terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 às 10:56 por brsa.

01/02/2010 - RH Central

Empresa da área de outsourcing de TI oferece treinamento qualificado e plano de carreira com alta visibilidade de crescimento profissional.

A Ci&T considerada símbolo de inovação em outsourcing de TI, está contratando profissionais da área de TI para trabalhar nas unidades de São Paulo, Belo Horizonte e Campinas. São aproximadamente 50 vagas e os profissionais procurados são: Consultores SAP CO, Basis, PP, MM, FI, SD e ABAP; Arquiteto Flex, Gerente de Projetos, Implementador MUMPUS, Designer de Interface, Analista de Banco de dados, Tester, Implementadores PHP, Drupal, Java. NET e VB. Além de uma vaga para Analista Contábil e para um estagiário em qualidade e finanças.

A empresa oferece um plano de carreira com alta visibilidade de crescimento profissional e um programa de avaliação de desempenho que efetiva esse desenvolvimento. “Cada colaborador conta com a supervisão do seu gerente para orientá-lo no desenvolvimento de sua carreira. Além disso, existe um plano de capacitação e um programa de certificação estruturado para apoiar esse crescimento.”, explica Carla Borges, gerente de RH da Ci&T. Por esse diferencial, a Ci&T foi eleita uma das 100 Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil, em pesquisa realizada pelo Instituto Great Place to Work, em parceria com a revista Época, nos últimos três anos consecutivos. Desde 2006, é considerada uma das 40 Melhores empresas para se Trabalhar em TI, no Brasil. 

Os candidatos devem ser formados em Ciência da Computação, Engenharia da Computação ou Análise de Sistemas. Além dos conhecimentos específicos para cada cargo, é desejável que os candidatos tenham o domínio do inglês.

Os currículos podem ser enviados para rh@cit.com.br

Ci&T recebe R$ 2 milhões em recursos para desenvolver projetos

Publicado quinta-feira, 28 de janeiro de 2010 às 09:33 por brsa.

25/01/10 - Computerworld

Projetos, aprovados pela Finep, envolvem desenvolvimento de interfaces para equipamentos móveis e gerenciamento de informações na área de saúde.

A consultoria Ci&T teve dois projetos aprovados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que dará mais de 2 milhões de reais em recursos para a empresa de TI desenvolver seus estudos.

Um dos projetos envolve o desenvolvimento de interfaces para equipamentos móveis, que será custeado em partes pelos recursos da Finep.

Já o segundo, feito em parceria com o Instituto Eldorado de Campinas, envolve o gerenciamento de informações na área de saúde. O fundo de 1 milhão de reais conseguido com a Finep se juntará a um valor definido pela Ci&T para o desenvolvimento do estudo.

Por REDAÇÃO COMPUTERWORLD

Análise: para onde vai o mercado de TI em 2010

Publicado quarta-feira, 13 de janeiro de 2010 às 15:14 por brsa.

12/01/10 - Computerworld

Por Redação da COMPUTERWORLD

Expectativa de crescimento destaca o setor de serviços e o avanço da infraestrutura de telecomunicações.

Os investimentos e desembolsos em tecnologia da informação e comunicação (TIC) vão crescer em 2010. Variam as previsões de percentuais, produtos ou mercados mais aquecidos, e o ritmo. Mas a percepção de que as empresas voltaram a contratar é uma unanimidade e reflete a retomada, a partir do segundo semestre, de boa parte dos gastos corporativos que haviam sido suspensos no início de 2009.

As empresas do mercado brasileiro de TIC listadas no ranking CW 300 de Computerworld faturaram, juntas, 114 bilhões de dólares em 2008. Em 2009, o mercado de TIC, segundo a consultoria IDC, cresceu 2,1% e para 2010 as previções são de aumento de 8,1% ou mais.

Vários executivos de corporações internacionais instaladas no Brasil têm recebido das matrizes a missão explícita de expandir o faturamento a uma taxa de dois dígitos. ”Levamos ao board a projeção de um dígito, voltamos com outra, de dois”, conta um empresário. Segundo ele, a revisão das metas para cima está sendo causada, entre outros fatores, pela difusão generalizada no mundo da imagem do Brasil como a “estrela da vez”. Mas a missão é difícil, diante da postura mais cautelosa dos CIOs.

Na opinião do professor do Departamento de Política Científica e Tecnológica da Unicamp, Sérgio Salles, um dos aspectos mais importantes da economia do setor de TIC no País em 2010 será o predomínio do modelo de oferta de serviços. Outro é o fato de o valor do hardware estar cada vez mais associado ao software que o equipamento traz embarcado. O que explica porque também os fornecedores de máquinas começam a ingressar no modelo do outsourcing.

O movimento está mudando ou já mudou o perfil de várias empresas tradicionais, como a IBM ou a HP. E, nesse processo, a fusão e aquisição de companhias com experiência e clientes nesse mercado é uma estratégia vital. Em 2009, foram muitas consolidações, que devem continuar em 2010, principalmente entre os prestadores de serviços.

O mercado brasileiro de outsourcing de TI conquista posições no mundo e, somado a comunicações, representa cerca de 7% do PIB nacional, segundo o Brasil TI-BPO Book, publicação da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).

Assim, as áreas de software e serviços despontam como as grandes forças do segmento. Mas os serviços saem da crise com margens de lucro menores, o que reflete, para vários especialistas, sinal de amadurecimento do mercado. O professor da Unicamp destaca a consolidação de marcas nacionais de alcance global e grande porte, como a Stefanini ou a Ci&T, disputando ao lado de gigantes como a SAP ou a Tata, que amplia gradativamente sua presença no Brasil.

“O próprio CPqD, tradicional centro de desenvolvimento da área de telecomunicações, por muito tempo voltado à venda de hardware, caminha e dedica boa parte de seus investimentos a serviços e software”, diz Salles. O presidente do CPqD, Hélio Graciosa, conta que a empresa, este ano, cresceu com serviços de gerência de redes, especialmente junto a prefeituras, no setor elétrico e de utilidades. Ele esperava  expansão de 1% em 2009, mas de 18% a 20% nas estimativas para 2010.

Um desafio para o segmento de software e serviços, de acordo com estudo Observatório Softex, será o aumento do valor agregado dos projetos. Para isso, entre outras medidas, terá de suprir a carência de profissionais de alta qualificação e, com esse reforço, conquistar fatias da atividade de desenvolvimento de software que estão, atualmente, nos departamentos internos de TI das corporações usuárias.

A maior rentabilidade continua nos projetos com grande customização e que, por isso, também têm custo maior. O que explica, para Salles, a tendência à multiplicação de experiências de “open innovations”, de trabalho compartihado e aberto.

O fator governo
Em 2010, a influência do setor público nos negócios com tecnologia será exercida em polos opostos. De um lado, o governo federal terá que comprar menos, devido às limitações impostas pela legislação em ano de eleições. Tendência diferente de 2009. Pesquisa da consultoria IDC Brasil com 130 instituições governamentais – metade de instâncias estaduais e outra metade federal – realizada no começo do ano passado mostrava que 65% dos gestores acreditavam que seus orçamentos iriam aumentar.

Por outro lado, a União pode induzir investimentos, especialmente por meio das diretrizes a serem defi nidas no Plano Nacional de Banda Larga ou com pacotes de desoneração do setor produtivo, como o anunciado em dezembro último, pelo Ministro da Fazenda, Guido Mantega.

No caso da infraestrutura de telecomunicações, as regras vão orientar iniciativas que têm o objetivo de dar parte da rede para ligar o backhaul das operadoras, em cada município, até a casa do usuário. Movimento paralelo à ampliação das redes de acesso móvel à internet, a 3G. A partir dessa grande base para a comunicação de dados, podem se concretizar tendências recorrentes, como cloud computing ou virtualização.

A reportagem completa sobre este assunto você confere na edição 521 de Computerworld.

Exportação Virtual

Publicado segunda-feira, 28 de dezembro de 2009 às 09:58 por brsa.

20/12/09 - Cargo News

A Ci&T firma parceira com a Rococo e começa a atuar no mercado japonês com a pretensão de exportar, de três a quatro anos, 20% de sua produção

Uma empresa que exporta seus produtos e seus conhecimentos, mas para isso não usa porto, nem avião, muito menos ferrovia. Pelo contrário. A logística da Ci&T é virtual. Isso porque a empresa, que presta consultoria e desenvolve aplicações em Tecnologia de Informação (TI) tem um grande foco no mercado internacional e, somente neste ano, exportou 40% de seus produtos e serviços principalmente para os Estados Unidos, após o click no botão “Enviar”.

A entrada neste mercado ficou mais fácil depois que a empresa instalou uma filial na Filadélfia, há seis anos. Em 2009, as exportações começaram a aumentar depois da joint venture com uma empresa japonesa, a Rococo, também especializada em serviços de TI, mas focada em outros segmentos, como suporte e produtos para gráficas japonesas. “A joint venture desenhada para atender o Japão foi um passo a mais na nossa internacionalização e, para ela, precisávamos de uma base local forte”, disse Cesar Gón, presidente da Ci&T.
Foi assim que surgiu a Ci&T Pacific, em maio deste ano, instalada em um escritório de negócios em Tóquio e um Centro de Desenvolvimento na China. Além deste centro, a empresa possui outros dois: um em Campinas e um em Belo Horizonte. A empresa também presta consultoria em São Paulo, Rio de Janeiro, Vitória, Filadélfia e Tóquio.
As primeiras vendas no Japão começaram em agosto. A meta, ao longo de três a quatro anos, é ter contrato fechado com 20 clientes japoneses. “Nossa pretensão é exportar 20% de nossa produção para o Japão”, afirmou Gón. “De dois a três anos pretendemos ter metade de nossos produtos e serviços voltados ao mercado nacional e a outra metade ao mercado internacional”. A empresa, que tem faturamento anual de R$ 70 milhões, atende clientes nacionais como Embraer, Petrobrás, Vale e TV Globo, e multinacionais como Johnson&Johnson, Coca-Cola e Honda.

Barreiras

Com a consolidação da joint venture , as barreiras encontradas foram cultural e de mercado. “Os japoneses têm a cultura de firmar um relacionamento antes de fechar qualquer negócio. Foram necessárias muitas viagens e muitas reuniões, em dois anos de relacionamento, para finalmente oficializarmos a joint venture. Fomos nos adaptando ao estilo e à visão de mercado deles e eles às nossas”, explicou o presidente da Ci&T.
Segundo Gón, o estilo de negociação norte-americano é muito diferente do asiático. Isso porque na cultura japonesa prevalece o relacionamento e o planejamento a longo prazo. “O relacionamento e os laços de confiança precedem qualquer negócio. Em nossas primeiras reuniões nem chegamos a falar de negócios”, disse.

A cultura norte-americana, por outro lado, é mais pragmática. “Se a oferta gera valor, fecha-se o negócio muito rapidamente. Mas ao mesmo tempo em que é uma cultura muito rápida para gerar negócios, também é para desfazer”.
A solução para negociar com duas culturas completamente diferentes é a adaptação. “O brasileiro tem muita capacidade de se adaptar e muita flexibilidade para isso”.

Mundo da TI

A logística da Ci&T para exportar seus serviços e produtos envolve um pequeno time de profissionais que ficam muito próximos ao cliente para atender suas necessidades e reportá-las ao Centro de Desenvolvimento. E toda entrega é online. “Ao mesmo tempo em que temos clientes acessando nossos servidores, nossos servidores também têm acesso aos clientes”, afirmou Gòn.

Para o presidente da Ci&T, a indústria de TI é extremamente dinâmica e provavelmente a mais globalizada de todas. “Não existem barreiras reais para que um polonês não possa competir com um sul-africano, por exemplo”, disse. “Talvez as únicas barreiras sejam a cultural e a língua falada”.
Neste mundo, existe a guerra global pelo talento. “Existe a tecnologia mais pura, que é aquela que descobre o novo. Ela está 70% concentrada nos Estados Unidos. Esta é a parte menos relevante no ciclo de vida de uma tecnologia, pois, a partir daí, ela vai para a indústria, onde pode ser usada e aprimorada. É quando o monopólio acaba e entram os talentos”.

Redes sociais corporativas incentivam a inovação

Publicado segunda-feira, 30 de novembro de 2009 às 14:31 por brsa.

27/11/09 - IT Web

Uso das novidades típicas da Web 2.0 vai muito além de uma estratégia de marketing e pode ajudar na construção do capital intelectual

Ao longo dos anos, as redes internas das empresas tornaram-se a principal forma pela qual os funcionários têm conhecimento sobre a empresa e sua rotina. Criadas e mantidas por um time de técnicos e engenheiros, naturalmente foi batizada de intranet. Mas, no mundo de Orkut, Twitter, Facebook e outros sites do tipo, teria cabimento manter tal denominação e arquitetura?

Para a fornecedora de soluções em software e serviços de Campinas (SP) Ci&T, a intranet é coisa do passado. A empresa adotou redes sociais no lugar de plataformas tradicionais e não vê a possibilidade de recuar a decisão.

Já são 80 blogs e diversos wikis criados por funcionários. Alguns são públicos, outros contam com a participação de clientes e uns poucos são fechados e confidenciais. “Não é complicado gerenciar tudo isto, basta ter uma política para este fim e cultura de uso”, diz o diretor de inovação corporativa, Flavio Pimentel.

A decisão pela morte da intranet tem relação com o negócio da empresa. “Vivemos num setor que necessita de inovação constante e as redes sociais se mostraram mais dinâmicas para isso”, conta Pimentel. Para ele, o retorno da estratégia é quantificado na redução da troca de e-mails, aliada à disponibilidade do conhecimento. “O melhor de tudo é que isto passa a ser autogerenciável pela comunidade em pouco tempo”, enfatiza.

Embora os casos existentes não sejam muitos se comparados a essa adoção rápida pelo marketing, eles são exemplares. Um dos mais interessantes é feito pelo Banco do Brasil. A instituição possui dois wikis que funcionam como plataformas para criação de documentos baseados no conhecimento colaborativo dos funcionários.

Um deles é restrito aos gerentes e outro é de acesso democrático e está destinado à criação de textos sobre os produtos e serviços fornecidos pelo banco aos clientes. Os funcionários têm acesso ao sistema e podem criar ou editar os itens. O foco principal é facilitar a venda para o cliente. “É uma forma de evitar que o conhecimento fique parado em uma pessoa ou departamento”, explica o gerente da divisão de software livre e conhecimento colaborativo do BB, Ulisses Pena.

A intenção do banco é trabalhar mais plataformas desse tipo no futuro. O uso de blogs internos é estudado pela área de TI. Para Pena, a adoção dessa novidade é algo tranquilo do ponto de vista tecnológico. O problema maior é envolver todos numa cultura de trabalho com ferramentas sociais e foco na obtenção de valores agregados ao negócio.

Os donos do conhecimento

Essa aculturação é sentida nos próprios projetos de wikis. A adoção é lenta. Poucos funcionários criam termos na plataforma ou editam os textos. O banco ainda não tem números específicos sobre isso, mas a área de TI avalia que essa participação seja construída ao longo do uso e necessite de funcionários dispostos a “evangelizar” os demais.

O antropólogo e especialista em gestão de conhecimento corporativo e também sócio-fundador da Tree Branding, Ignacio García, explica que esse sintoma é conhecido por quem se aventurou nas ferramentas sociais. “O conhecimento não está no indivíduo e sim nas inter-relações”, diz. Por isto, o sucesso dos programas que envolvem este tipo de tecnologia tem muito mais de planejamento e de educação do que se aquisição e instalação de um suporte tecnológico.

O primeiro passo ideal ao se implantar uma política de capital social baseada na troca de conhecimentos por redes sociais corporativas é a identificação dos funcionários que são relevantes para todo o grupo. Aquelas que incentivam as redes de relacionamento. “A tecnologia serve para formalizar e explicitar uma possível rede informal que provavelmente já existe dentro da companhia”, comenta García.

Uma política de incentivo para quem mais participa também é essencial. O prêmio varia muito. Neste tipo de interação digital, o uso do reconhecimento oficial e da comunidade conta muito. Sites como o Digg e Orkut abusam do uso de estrelinhas que conferem um diploma de relevância à pessoa.

Às vezes, porém, isso basta, mas bônus em dinheiro, fornecimento de um curso especializado ou até um encontro com o presidente da empresa podem ser avaliados. “Vai depender de cada projeto, mas errar neste ponto pode parecer uma ofensa e quebrar o fluxo das interações”, comenta o antropólogo. Sem tais preocupações, a estratégia de redes sociais de uma empresa pode falhar de forma dramática e se tornar somente mais um canal para disseminação da mesmice.

por Gilberto Pavoni Júnior

Pequena, porém com força mundial

Publicado quarta-feira, 25 de novembro de 2009 às 15:55 por brsa.

Outubro/2009 - Valor Econômico - Multinacionais Brasileiras

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Ci&T tem 70 vagas de emprego abertas para TI

Publicado quarta-feira, 11 de novembro de 2009 às 14:42 por brsa.

11/11/09 - Info Online

SÃO PAULO – A Ci&T tem 70 vagas disponíveis para trainees e profissionais na área de tecnologia da informação.

A empresa oferece 30 posições para seu programa Talentos e Trainees 2010, além de 40 para atuar efetivamente em Campinas, São Paulo e Belo Horizonte.

Os interessados em atuar como trainees devem freqüentar o penúltimo ou último ano de engenharia da computação, ciência da computação e análise de sistemas, além de cursos técnicos e para a formação de tecnólogos de área afins. O domínio do inglês é desejável.

Entre as vantagens listadas pela empresa estão o treinamento técnico intensivo na metodologia Agile, vivência em projetos reais, estágio remunerado e um pacote de benefícios. Os currículos devem ser enviados para o e-mail: programadetalentos@ciandt.com.

Já os profissionais para a área de tecnologia são: implementadores Java, .NET, PHP e VB6; consultor portal/Web Dynpro; tester; designer de interface; consultor SAP FM, CO, Basis, PP, MM, FI, SD; consultor BI Teradata; arquiteto Delphi, Java, .Net, PL/SQL, WebSphere; analista de suporte; analista de ambiente; analista de Banco de Dados e gerente de projetos.

“Vale destacar as mais de 20 vagas para arquitetos e implementadores Drupal/PHP em Campinas-SP, que vão atuar em projetos internacionais”, explica Carla Borges, gerente de RH da Ci&T.

Os interessados nas vagas devem enviar currículo para rh@cit.com.br ou visitar o endereço www.cit.com.br/pessoas/vagas.

James Della Valle

Caixa investe R$ 1 milhão em TI

Publicado quinta-feira, 5 de novembro de 2009 às 11:10 por brsa.

29/10/09 - B2B Magazine

O pregão eletrônico da Caixa para serviços de consultoria em governança Arquitetura Orientada a Serviços (SOA ) e reutilização de software acaba de ser conquistado pela Ci&T, empresa de inovação em outsourcing de TI, que usará o ferramental da Sensedia , especialista em SOA e reúso, e também da Meta3.

O projeto, que envolve R$ 1 milhão, foi dividido nas etapas diagnóstico da situação atual, análise de domínios de negócios, identificação e homologação de componentes e serviços de negócios existentes, governança e metodologia, além da transferência de conhecimento para o órgão público.

O objetivo do serviço é auxiliar a instituição na revisão do processo de desenvolvimento e adequá-lo às melhores práticas de reúso de componentes de softwares e de serviços. Será mapeado o grau de maturidade dos processos.

Faz parte do projeto treinar os funcionários por meio de seminários e o acompanhamento das atividades de implementação dos conhecimentos. O contrato tem vigência de 12 meses.

Seguradora melhora produtividade com sistema para gestão de dados

Publicado quinta-feira, 5 de novembro de 2009 às 09:55 por brsa.

30/10/09 - CIO Magazine

A MetLife reduziu pela metade o intervalo de tempo para a emissão das apólices de seguro, graças à implementação de uma solução Web para automatizar o fluxo de informações

Graças à adoção de um sistema para automatizar a gestão do fluxo de informações, a subsidiária brasileira da MetLife - que atua nos segmentos de seguros, previdência privada e planos de atendimento odontológico - reduziu pela metade o tempo necessário para a emissão das apólices de seguro de vida individuais e empresariais.

O projeto, de acordo com a diretora de TI da MetLife, Fátima Primati, nasceu de uma necessidade da área de negócios de aumentar a eficiência operacional, com o intuito de suportar o crescimento das operações, uma vez que o grupo fez cinco aquisições no País, desde 2008. Nesse sentido, Fátima conta que reduzir o período entre a identificação de um cliente em potencial e a elaboração, negociação e aprovação de uma proposta era uma demanda estratégica para a companhia.

Segundo a executiva, antes da adoção da ferramenta, todo o processamento das apólices de seguro era feito de maneira manual. Isso impactava na produtividade da empresa e, ao mesmo tempo, não gerava informações confiáveis, uma vez que muitos documentos continham anotações das pessoas envolvidas na negociação.

Como forma de solucionar o problema, a diretora optou pela implementação de um sistema de fluxo das informações, desenvolvido para as necessidades específicas da MetLife e fornecido pela prestadora de serviços Ci&T. Trata-se de uma solução baseada na Web e na qual todo o histórico de relacionamento e interações com os clientes fica armazenado e pode ser compartilhado pelos 130 funcionários das áreas de vendas, finanças e operações.

Além do aumento da produtividade, Fátima destaca que a solução garante uma melhor segurança das informações e a documentação adequada da negociação das propostas. “Todas as observações e comentários que antes eram feitos informalmente são, agora, registrados no sistema como histórico”, explica Fátima.

Ao todo, o projeto, que foi encerrado em 2009, consumiu três anos. Neste período, a MetLife optou pela adoção gradual do sistema. “Sabíamos que, por ser tão grande, a implementação corria o risco de se perder no meio do caminho e ser engolida por outras prioridades do negócio”, conta a diretora, ao citar que a migração em fases evitou esse problema.

Patrícia Lisboa